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PORQUÊ AGORA?

É muito comum sentirmos desconforto só por pensar na hipótese de procurarmos um Psicólogo (alguém que não conhecemos de lado nenhum) para lidar com problemas que possamos estar a ter - e que há tanto tempo estamos a tentar resolver..

 

“De sábios e de loucos, todos temos um pouco.”

 

Procurar ajuda da psicologia não é sobre «estar doido».

 

É sobre deixar de sentir aquele aperto no peito, aquela inquietação desagradável e aquela sensação de que não estamos a respirar bem. É deixar de sentir tanto cansaço, dormir melhor e acordar com mais energia. É sobre voltar a sentir alegria sem medos, leveza, vontade de fazer coisas, deitar na cama sem a cabeça estar a mil à hora. É estarmos mais confiantes nas nossas decisões, porque sabemos melhor o que queremos e o que precisamos.

 

Nesta abordagem, fundamentalmente humanista e cognitivo-comportamental, procuramos em conjunto a melhor forma de encontrarmos um maior equilíbrio entre emoções, pensamentos e ações. E para isso, primeiro, aprendemos primeiro a observar melhor: o que está dentro e o que está fora de nós, com menos pressão e menos julgamento.

 

A Psicologia tem a ver com deixar de nos sentirmos presos, encurralados. 

 

Tem a ver com voltar a sentir paz.

“A criatividade é uma emergência na criação de um novo produto relacional.” Carl Rogers, 1974

 

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Foto: Rosalinda Chaves

Num mundo que pede respostas rápidas, a terapia é um lugar onde é possível abrandar. Ganhar um tempo dedicado a si, para organizar pensamentos, dar sentido às emoções e encontrar novas formas de seguir em frente.

 

A terapia pode ajudar a compreender padrões que se repetem, melhorar relações, reduzir ansiedade e fortalecer a forma como lidamos com desafios. Mais do que respostas prontas, oferece ferramentas para construir mudanças reais e duradouras.

Um técnico especializado conduzirá a reflexão e a aprendizagem sobre o próprio. Será mediador de processos de (re)adaptação, (re)estruturação, facilitando o caminho para a aceitação. Não dará conselhos, não insistirá em mudanças ou decisões. Respeitará o que o cliente entende, quer e deseja. Será capaz de criar um ambiente de segurança o suficiente para que a pessoa que o procura ganhe espaço, confiança e curiosidade para explorar, com tranquilidade e sem pressões, as suas próprias experiências.

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