
O meu nome é Rosalinda, tenho 40 anos e sou das Caldas da Rainha. Cresci, por sinal, no meio das câmaras analógicas e impressões a dois tons, porém tornei-me Psicóloga.
Tenho estado sempre ligada ao trabalho com comunidades em situação de vulnerabilidade e à Arte como forma de intervenção e, pelo percurso que fui fazendo, acabei por me interessar muito pela importância de termos espaços de desenvolvimento e crescimento menos convencionais, em particular, através da Fotografia Participativa .
Em 2021 criei “DESPHOCO fotografia e bem-estar”, precisamente fruto das curvas e desencontros do meu percurso, um projeto de empoderamento individual e coletivo. Aqui, procuramos arte participativa, e a imagem em particular, como forma de facilitação intencional do bem-estar, do desenvolvimento pessoal e da mudança social.
Da saúde à educação, acreditamos que a sociedade em que vivemos está a retirar espaços livres de contacto com as nossas emoções, que correremos cada vez mais riscos de nos distanciarmos de nós mesmos e de estarmos cada vez menos conscientes dos nossos processos internos.
“Cuidar conscientemente de nós mesmos, é fazer o melhor que conseguimos pela humanidade.” (Chaves, 2021)

"DESPHOCO fotografia e bem-estar" promove atividades ligadas à criação de espaços de educação não formal de acesso à exploração de identidades, desenvolvimento pessoal e autoconhecimento - individual e colectivo - através da Arte, em particular, da Fotografia Participativa, de forma assumida, rigorosa e continuada.
Através deste projeto, propomos um uso intencional da fotografia como forma de guiar processos de desenvolvimento pessoal e coletivo. Como? Utilizando dinâmicas enquadradas numa lógica de aprendizagem não formal, atuamos em 3 grande domínios:
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Ações dirigidas ao público em geral, centradas em atividades de «fotografia terapêutica», tais como cursos, oficinas/workshops pontuais, acompanhamentos em mentoria, retiros, grupos clínicas, team building, programas socioemocionais, residências artísticas, exposições, …;
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Formação séria e rigorosa a técnicos que queiram usar estas metodologias;
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Terceiro e principal, intervenção com comunidades em situação de risco e/ou vulnerabilidade, através da arte participativa, recorrendo a metodologias tais como Photovoice, procurando condições para o empoderamento e a transformação social.
Acreditamos que sem saúde mental, sem estarmos bem, sem consciência, não há empatia… não há verdadeiramente Liberdade! E, sim, acreditamos que a Arte pode transformar o mundo! Vem conhecer o nosso projeto.

Foto: Nuno Conceição
PROPÓSITO:
Facilitar o empoderamento individual e coletivo, criando mais e melhores condições de acesso à promoção da saúde mental e desenvolvimento pessoal, através da dinamização de espaços seguros e criativos de exploração identitária (económica e logisticamente mais acessíveis) fazendo uso de uma ferramenta fácil e divertida: a Fotografia Participativa.
ODS: Saúde de qualidade (3) + Redução das desigualdades (10)

Foto: Nuno Conceição
Missão:
Facilitação de condições para a transformação social - promover uma sociedade mais inclusiva e empática, com maior participação cívica e com maior dignidade nas decisões (políticas), pois só com maiores índices de saúde mental (individual e coletiva) é que conseguimos promover maiores índices de Liberdade, Dignidade e Empatia
Valores:
Liberdade; Ética; Responsabilidade; Segurança; Excelência; Conexão e Dignidade
Visão:
Um mundo mais Livre, Ético e Empático, construído pelas pessoas, para as pessoas.